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Hoxe, 9 de abril remata o prazo para a presentación de traballos

9 Abr

Convocado o VIII Premio a artigos xornalísticos normalizadores Concello de Carballo 2012

Convocado o VIII Premio a artigos xornalísticos normalizadores Concello de Carballo 2012

   O obxectivo deste Premio é promover a reflexión sobre a situación do galego e crear espazos nos xornais para fomentar o uso e prestixio da lingua galega. Outórgase un premio de 1.000 euros e a difusión do artigo gañador nos 11 medios de comunicación que colaboran co certame. O prazo de admisión de artigos está aberto até o 9 de abril. O Concello de Carballo, desde o seu Servizo de Normalización Lingüística (SNL) e en colaboración con varios medios de comunicación escritos, convoca por oitavo ano consecutivo o Premio a artigos xornalísticos normalizadores, un certame xa consolidado que ten como obxectivos promover a reflexión sobre a situación social da lingua galega, crear espazos nos xornais para analizar e fomentar o uso e prestixio do idioma galego e promover o seu uso na prensa.

   Ao certame pódense presentar artigos xornalísticos inéditos de opinión que traten algún tema concreto relacionado coa situación sociolingüística do noso país, coa defensa e promoción da lingua galega, co seu estatus, co argumentario a prol do uso do galego, coa lexislación e os dereitos lingüísticos, con experiencias sociolingüísticas concretas, con propostas para o impulso do uso e prestixio social do galego, con experiencias útiles ou favorábeis para a dinamización da lingua, coa política lingüística en xeral ou nalgún ámbito ou situación determinada etc.
Os artigos deberán ter entre 2.000 e 3.500 caracteres con espazos incluídos (entre 350 e 600 palabras, aproximadamente). O prazo de admisión está aberto até o 9 de abril de 2012. Outorgarase un premio económico ao artigo gañador, dotado con 1.000 euros, ademais da difusión nos once medios colaboradores coa iniciativa: A Nosa CostaDe Luns a Venres, Diario de Bergantiños, El Periódico de Carballo, Galicia ConfidencialLa Opinión de A CoruñaLa Voz de GaliciaPraza PúblicaQue pasa na CostaSermos Galiza e Tempos Novos.
Nas sete edicións anteriores foron premiados/as autores/as como Xurxo Carballido, Olga Patiño, Ana Barreiro, Ramón Vilar Landeira, Miguel Mosquera, Séchu Sende, Kiko Novoa, Xesús Fraga, Pilar García Negro, Marica Campo ou Marcos Abalde.

Conhecermos Portugal. Chaves e Amarante

9 Abr

http://g.co/maps/wkawk

CONHECERMOS PORTUGAL.

VISITA A CHAVES – AMARANTE

DÍAS 17 E 18 DE ABRIL

ALUMNADO DE PORTUGUÊS

1º ESO B e C

O IES Cacheiras (Teo) e o IES Xelmírez 1 (Compostela)

Días- 17 e 18 de abril

Saída: 09’00 h.               Lugar: IES Cacheiras

Viaxe- Itinerario:

Santiago- Cacheiras- Chaves (Pt)- Amarante (ida)

Amarante- Viana do Castelo- IES Cacheiras- Santiago (regreso)

Aloxamento: Casa da Juventude de Amarante


Actividades:

17/ 04/ 12

Chaves: visita ao Núcleo Arqueológico (11’15 h. a 12’15 h.) e xantar en Chaves. Saída para Amarante: 13’30 h.

Núcleo arqueológico

Amarante: chegada á Casa da Juventude arredor das 16’00 h., aloxamento e realización da primeira actividade:

Workshop de Comércio Justo

Regreso á Casa da Juventude, tempo libre, cea e descanso.

18/ 04/ 12: almorzo e realización da actividade Peddy-paper para descubriren a cidade.

Tempo libre e comida na Casa da Juventude (barbecue, churrasco)

 Regreso á tarde para Galiza, realizando una parada de descanso e tempo libre nunha vila fronteiriza con Galiza, Ponte de Lima.

PROFESORA RESPONSABLE:

MARÍA PARDO FERNÁNDEZ

Viagem Cacheiras-Chaves-Amarante (terça-feira -17 de Abril)

9 Abr

    Cara turma de Português, já resta menos!!! A viagem deste ano vai ser o começo duma série de visitas a Portugal que irão ampliar o vosso conhecimento da geografia e da cultura portuguesas.

   Aqui, um bocadito de informação sobre as duas cidades, Chaves e Amarante. Leiam e curtam ;D

   Chaves

   São numerosos os vestígios aqui presentes, legados por civilizações pré-históricas que levam a admitir mesmo a existência de povoamentos no longínquo período Paleolítico. É considerado deste período um instrumento de pedra encontrado na encosta da serra do Brunheiro.  Porém, são abundantes os achados procedentes do Neolítico, do Calcolítico de Mairos, Pastoria, S.Lourenço,etc e das civilizações proto-históricas, nomeadamente nos múltiplos Castros  situados no alto dos montes que envolvem toda a região do Alto Tâmega.     

   Foram as legiões romanas, que há dois milénios, dominaram esses homens, que até aí tinham vivido, como deuses, alcandorados no cimo das montanhas e se instalaram de mopdo especial no vale, fertilíssimo do Tâmega. Fixaram-se onde hoje é a cidade e distribuíram pequenas fortificações pelas alturas circundantes, aproveitando, para tais guardas-avançadas, alguns dos castros conquistados. Edificaram, presumivelmente, a primeira muralha que envolveu o aglomerado populacional; construíram a imponente ponte de Trajano, sobre a via Bracara-Asturica; tiraram proveito das águas quentes mínero-medicinais, implantando balneários termais; exploraram filões auríferos e outros recursos do solo e subsolo. Tanta importância adquiriu este núcleo urbano, nessa época, que foi elevado à categoria de Município, quando no ano 79 dominava Vespasiano, primeiro César da Família Flavia. Será esta a origem de Aquae Flaviae, designação antiga da actual cidade de Chaves

    Situar-se-ia o imponente núcleo monumental e centro cívico da cidade no cerro envolvente da área hoje ocupada pela Igreja Matriz. O seu actual recorte lembra ainda o traçado de um acampamento romano, com o Forum, o Capitólio  e a Decumana que seria a rua Direita. De facto, neste perímetro foram encontrados os mais relevantes vestígios arqueológicos a testemunhá-lo, expostos no Museu da Região Flaviense, sendo mesmo de evidenciar uma lápide alusiva a um combate de gladiadores. A florescência da dominação romana verificou-se até ao início do século III, apagando-se gradualmente com a invasão dos povos denominados vulgarmente por Bárbaros. As invasões dos Suevos, Visigodos e Alanos, provenientes do leste europeu, puseram termo à colonização romana. As guerras entre Remismundo e Frumário  que disputavam o direito ao trono, tiveram como consequência uma quase total destruição da cidade, a vitória de Frumário e a prisão do Idácio, notável Bispo de Chaves. O período de dominação bárbara durou até que os mouros, povos do Norte de África, invadiram a região e venceram Rodrigo, o último monarca visigodo, no início do século VIII. 

   Com a invasão dos árabes, também o islamismo invadiu o espaço ocupado  pelo cristianismo o que determinou uma azeda querela religiosa e provocou a fuga das populações residentes para as montanhas noroestinas com as inevitáveis destruições. As escaramuças entre mouros e cristãos duraram até ao século XI. 
   A cidade começou por ser reconquistada aos mouros no século IX, por D. Afonso, rei de Leão que a reconstruiu parcialmente. Porém, logo depois, no primeiro quartel do século X, voltou a cair no poder dos mouros, até que no século XI, D. Afonso III, rei de Leão,  a resgatou, mandou reconstruir, povoar e cercar de muralhas. Da presença islâmica remanesce, quase tão somente na cultura popular, uma grande variedade de lendas interligando castros, tesouros fabulosos e mouras encantadas. 
Foi, provavelmente, por volta de 1160 que Chaves foi integrada no país que já era então Portugal, com a relevante intervenção dos lendários Ruy e Garcia Lopes tão intimamente ligados à história desta terra. Pela sua situação fronteiriça, Chaves era vulnerável ao ataque dos invasores. D. Dinis, como medida de protecção, mandou levantar o Castelo e a fortificação muralhada que ainda hoje dominam o burgo citadino e a sua periferia. Em 1253 realizou-se em Chaves o casamento de D. Afonso III com a sua sobrinha D. Beatriz, filha de Afonso X, o Sábio; foi o Bolonhês quem concedeu à povoação o seu 1º foral, a 15 de Maio de 1258; D. Manuel I outorgaria novo foral em 1514. Aquando da Guerra da Independência, D. João I montou em redor de Chaves um cerco que durou 4 meses; tendo-se-lhe rendido a praça. O senhorio da vila foi então dado a D. Nuno Alvares Pereira, que o viria a ceder a D. Afonso, seu genro, fundador da Casa de Bragança, na qual Chaves, se conservou durante vários séculos.      

   A Cidade foi cenário de diversos episódios bélicos no século XIX, nela se tendo celebrado, a 20 de Setembro de 1837, a designada Convenção de Chaves, após o combate de Ruivães, pondo termo à revolta cartista de 1837, conhecida pela revolta dos marechais. Em Chaves travou-se a 8 de Julho de 1912, o combate entre as forças realistas de Paiva Couceiro e as do governo republicano, chefiadas pelo coronel Ribeiro de Carvalho, de que resultou o fim da 1ª incursão monárquica. A 12 de Março de 1929 Chaves foi elevada à categoria de cidade.

Chaves. Portugal

Algumas ligações: http://pt.wikipedia.org/wiki/Chaves_(Portugal)

http://chaves.blogs.sapo.pt/

http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-chaves-15807

Castelo. Chaves

Amarante

Amarante

   Tudo indica que Amarante deve a sua origem aos povos primitivos que demandaram a serra da Aboboreira (habitada desde a Idade da Pedra), embora se desconheça com exatidão o nome dos seus fundadores. Dá-se como certo, porém, que a urbe ganhou importância e visibilidade com a chegada de S. Gonçalo (1187-1259), nascido em Tagilde-Guimarães, que aqui se fixou depois de peregrinar por Roma e Jerusalém. 
   Em tempos não muito longínquos, o concelho de Amarante pertencia administrativamente à província do Minho, fazendo fronteira com os concelhos de Celorico de Basto (N), Gestaço (E), Gouveia (S) e Santa Cruz de Riba Tâmega (O). Com as reformas administrativas liberais do séc. XIX desapareceram os municípios de Gouveia, Gestaço e Santa Cruz de Ribatâmega, tendo o de Amarante recebido a maioria das suas freguesias. Desde então o concelho estende-se por uma área de 301,5 quilómetros quadrados, a que correspondem, hoje, 40 freguesias, 18 ao longo da margem direita do rio Tâmega e 22 da margem esquerda, ocupando uma posição de destaque na região do Douro-Tâmega.
   Tem uma população de 59638 habitantes e uma densidade populacional de 197,8 habitantes por quilómetro quadrado. Rico em termos paisagísticos, para o que contribuem decisivamente as serras do Marão e Aboboreira e o rio Tâmega, o concelho de Amarante reúne também um conjunto notável de edifícios e monumentos. No Centro Histórico da cidade merecem referência a Ponte, o Convento e Igreja de S. Gonçalo, as Igrejas de S. Pedro e S. Domingos, a Casa da Cerca e o Solar dos Magalhães. Fora da urbe, o destaque vai para os Paços do Concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, o Mosteiro de Travanca e para o românico das igrejas de Mancelos, Jazente, Freixo de Baixo, Gatão ou Gondar. 
    As festas grandes em Amarante, em honra de S. Gonçalo, acontecem no primeiro fim de semana de Junho. O feriado municipal tem lugar a 8 de Julho. No concelho, na área do artesanato, o destaque para o barro negro de Gondar, a cestaria, as rendas e os bordados, as mantas e as meias de lã.

Algumas ligações:

http://maps.google.pt/maps?rlz=1C1CHIK_es&q=amarante&um=1&ie=UTF-8&hq=&hnear=0xd24bee340766a9b:0xa5962885158c2a1e,Amarante&gl=pt&ei=QqCCT_uGCoan0QXhxKDpBg&sa=X&oi=geocode_result&ct=title&resnum=3&ved=0CE0Q8gEwAg

http://gl.wikipedia.org/wiki/Amarante,_Portugal

http://www.tamegaclube.com/ParqueAquatico/pa_inicio_pt.htm

http://www.amarantefc.pt/